há um mês eu vivi o que achava que nunca podia chegar a acontecer, ainda que fosse o que mais esperasse que acontecesse. talvez não fosse mesmo para acontecer, mas aconteceu. e sabe como é, as coisas acontecem, rs.
pena que aconteceu de tudo, e eu tive que aceitar e seguir em frente. num vou dizer que foi mole, mas foi menos que eu esperava, eu soube lidar. isso foi o que ficou de melhor e mais bonito dessa historia toda muito feia. aí eu segui.
e o resto do mês fui eu, de novo, me equilibrando nessa insustentável leveza do ser. é difícil mesmo, quer saber? se pensar muito dói, se pensar pouco passa despercebida a beleza da vida. tem que pensar no ponto. aí eu fui, né? falei muito, pensei demais até. era surgir uma oportunidade de sair de casa que eu ia, e vou. olhar apartamento com a amiga, feirinha da Savassi, show na praça do Santê, com direito a conversas com um hippie argentino e um anel de Cannabis. Praça da Estação no sábado de manhã pra alaranjar o peito e conhecer o museu. baixo bahia com o irmão, ir a pé até o viaduto e nem ter medo. aniversario do tio que merece um troféu de virou homem do ano regado a chopes, cachaças e muita maluquice beleza. cineminhas mil, chocolate quente e cervejinhas sempre que possible. me entreguei ao Sertão. entreguei com gosto e caneta vermelha. sem pressa, porque sabe né? devagar já é pressa.
no mais, a greve continua, o trabalho tá me deixando puta tem dia, a grana tá curta. a tattoo nova não sei quando que sai mas tá doida pra sair. as roupas tão mais leves e coloridas, as músicas mais brasileiras. a vontade do coração tem sido mais ouvida que a da cabeça. e a academia já tá marcada pra começar segunda, colocar um pouco de endorfina pra rodar, né?
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