quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2010

Esse ano que é tão bonito.
Que é tão inteiro, tão completo, tão cheio.
Cheio de esperança, cheio de planos, de vontades.
De expectativas, e muita, muita vontade de fazer tudo dar muito certo.
2009 deixou muita coisa por fazer. 2009 foi um ano intenso, que me levou a todos os meus limites. Que me fez extender um por um, num jogo cego de tentativas. Que 2010 seja um ano tão intenso quanto 2009, mas intenso no que diz respeito ao amor, ao sucesso, a alegria.
Feliz 2010!!!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Desafio

Final de ano é tempo de pensar em tudo o que aconteceu, o que não aconteceu e começar a pensar no que pode vir a acontecer no próximo ano. Essa última parte eu vou deixar para o último post do ano, mas a retrospectiva que eu adoro fazer vai ser aqui, e hoje mesmo.
Esse ano não foi impossível, mas passou longe de ser um ano fácil, tranquilo ou feliz. Olhando de longe, pareceu uma avalanche atrás da outra, e eu tentando sobreviver a todas elas. Mas a notícia boa é que eu consegui sobreviver a tudo. É como se depois de correr, correr e correr de várias bolas de neve gigantes, eu tivesse encontrado um muro altíssimo pra me esconder. E fiquei ali vendo tudo passar, até que de repente aquele silêncio ensurdecedor tomou conta do lugar. E esse momento é o agora, quando eu começo a perceber que no final, tudo deu certo mesmo. E começo então a pensar nas possibilidades pra continuar andando, sem precisar fugir de mais avalanches.
Outro dia me perguntaram como eu resumiria esse ano em uma palavra. Na hora eu não consegui pensar em uma só palavra, mas agora eu consigo: se esse ano fosse uma palavra, seria DESAFIO.
E falando em desafio, eu vou tentar fazer uma retrospectiva desse ano gigante que passou como um segundo.
Logo no início, descobri o que a palavra ''equilibrio''. Mas para isso precisei descobrir antes outra palavra, "desequlibrio".
Comecei o ano letivo com o pé esquerdo, sozinha tentando tomar as rédeas da minha vida. Fui descobrindo aos poucos o quanto que eu era dependente, e tive que aprender outra palavrinha: independência.
Passei metade do ano em um impasse.
Descobri que o espirito às vezes reflete no nosso corpo, e tive que entender o significado de uma nova expressão: fundo emocional.
Fui aos trancos e barrancos, e sobrevivi a um semestre. Mas nada disso teria sido possível sem uma coisa chamada academia, que acabou virando uma espécie de consultório de terapeuta.
Nas férias de julho me entreguei. Mas foi tudo pra me mostrar que ainda faltava um pouco para amadurecer dentro de mim. E eu entendi bem o recado.
Veio uma bomba que passou em pouco mais de um mês. E meu anjinho mostrou que é mais forte que uma família inteira junta.
Falando em família, a minha se partiu nesse ano. Muita coisa foi dita, coisas que deixam marcas. Coisas que ultrapassam os limites do esquecimento. Coisas que não podem mais ser consertadas. Ainda não acabou, mas a parte triste dessa história passou e agora começou um novo capítulo chamado "Recomeço".
No colégio, sobrevivi. Foi um ano pra pensar, pensar e pensar. Descobri que o próximo, vai ser bem diferente. E é assim que eu quero que ele seja.
Na raspinha desse ano descobri uma nova possibilidade, mas aprendi a não depositar grandes esperanças. Isso também é uma nova palavra, chamada despretensão.
Ao longo do ano conheci minha mãe. Aprendi que pode existir amizade entre mãe e filha. Nada comparado a Lorelai e Rory Gilmore, mas quem sabe um dia possamos chegar lá? Aprendi também, que nenhuma avalanche me tira do lado dela, ainda que eu tenha muito a perder com isso.
Como eu disse, 2009 foi uma ano de desafios. Foi uma ano que deixou um gostinho amargo na boca, mas nada que um ano belo como 2010 não resolva.
Que venha, 2010.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Amado.

Vanessa da Mata me acordou antes de ontem cantando Amado às 23:23. Tomei um susto, e custei pra acreditar. Quer dizer muita coisa.
Não tem mais como negar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Cheirinho de mar

Descobri que aqui tem internet, ou seja, não vou largar esse blog do meu coração. Hoje, depois de uma nem tão longa viagem, chegamos. Deu pra saber só de abrir um pouquinho a janela do carro, e meu cabelo embaraçou todo, o que quer dizer: maresia. Passeio a tardinha pelo mar só pra sentir as ondas batendo na canela, e o vento de litoral no rosto. Pra ver a imensidão do mar, da vida, e todo o poder de Deus. Amo muito tudo isso. Mas ainda assim, é estranho não ter ela aqui. Ainda assim, eu liguei três vezes só pra ouvir a voz dela. Dói um pouquinho, sabe. Mas agente tem que se acostumar.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Seaside

Cinco dias de praia, pra revigorar o espiríto e renovar o bronze que já saiu faz tempo. Uma viagem diferente, que vai com certeza marcar essa nova vida, de pais separados. Deixar ela aqui vai ser com certeza dificil, e eu fico aqui fingindo que tá tudo bem. Ficar lá sem ela, vai ser com certeza a pior das partes. Mas agente tem que seguir em frente, não é assim? Bom, volto aqui terça feira.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Alguém me ajuda

e tira esse peso das minhas costas. Me ajuda a parar de carregar o mundo comigo, e todos os problemas de todo mundo. Me ensina a ligar o foda-se, e dar mais tempo ao tempo. Me pega pela mão, me leva pro escuro e me dá a garantia de que vai dar tudo certo, por favor???

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Dói.

De repente, no meio dessa madrugada, sozinha em casa, me vi só. Vendo tanta gente feliz, tantos sorrisos de orgulho e felicidade, parei pra pensar no que vem por aí. Em que família eu vou poder acreditar, e colocar fé. De que família vou poder me orgulhar, e quem é que vai juntar comigo pra tirar aquelas fotos de natal cheias de sorrisos e olhos brilhantes. Talvez não faltem essas fotos, mas vai ter pra sempre alguma coisa faltando nelas. Hoje, cheguei a triste conclusão de que não ter mais uma familia, é a minha nova realidade. Cabe a mim, construir minha própria.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Zero!!!

Meu time, é foda. E eu sei disso.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Férias

Semana de baixos e menos baixos. Comecei a semana em um almoço de família que não foi de tudo ruim. Nem de longe. Segunda, um dia daqueles que dá pra esquecer. Depressão foi me levando pra baixo e acabei em uma noite na companhia de uma bacia de pipoca, água e assistindo Anjos e Demônios. De terça até sexta, fui levada. Foram aqueles dias que agente não pensa muito, vai vivendo assim, sem parar pra entender. Hoje, sábado, tenho uma idéia sobre a minha espiritualidade, outra sobre meu futuro amoroso, muitas desidéias sobre o meu futuro profissional e uma grande incógnita a minha frente. Nome de tudo isso: depressão de início de férias. Desde sempre, é assim.