quinta-feira, 25 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Sobre caipis, pés e carinhas.
Ontem o dia foi delicinha.
Até a aula passou rápido, quase indolor. Almoço com a family, fiz as unhas que já clamavam por cor, caipi e comidinhas com as amigas de tempos pra colocar as fofocas em dia, encher a cabeça de futilidade, falar coisa atoa que também faz bem.
Chegar em casa, tomar banho correndo, arrumar em 15 minutos e sair sentindo bem. Até o cabelo colaborou e terminou o dia em um good hair day. Show delicia tocando música boa, sair de lá rouca de tando cantar Los Hermanos, e descer Leopoldina a pé e descalça, porque os pés preferem correr risco de pegar amarelão que ficar sentindo dor em plena Velvet, terminar a noite na boate de veludo, tocando o que parecia minha playlist ''To dance like no one is watching'', sentindo choques nos pés, com o ouvindo zunindo e procurando o carinha do passado que tinha que ter sido e não foi. E não foi.
O fato é, tristeza não tem fim, felicidade sim.
E hoje, os problemas voltaram, cairam nus e crus no meu colo, mas, quer saber? Agora é a minha hora, e já estava na hora.
Até a aula passou rápido, quase indolor. Almoço com a family, fiz as unhas que já clamavam por cor, caipi e comidinhas com as amigas de tempos pra colocar as fofocas em dia, encher a cabeça de futilidade, falar coisa atoa que também faz bem.
Chegar em casa, tomar banho correndo, arrumar em 15 minutos e sair sentindo bem. Até o cabelo colaborou e terminou o dia em um good hair day. Show delicia tocando música boa, sair de lá rouca de tando cantar Los Hermanos, e descer Leopoldina a pé e descalça, porque os pés preferem correr risco de pegar amarelão que ficar sentindo dor em plena Velvet, terminar a noite na boate de veludo, tocando o que parecia minha playlist ''To dance like no one is watching'', sentindo choques nos pés, com o ouvindo zunindo e procurando o carinha do passado que tinha que ter sido e não foi. E não foi.
O fato é, tristeza não tem fim, felicidade sim.
E hoje, os problemas voltaram, cairam nus e crus no meu colo, mas, quer saber? Agora é a minha hora, e já estava na hora.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Pânico
Ontem foi uma noite dificil.
Entrei em pânico na hora de deitar. Coração disparado, cabeça a mil, o vento lá fora batendo a janela e portas, movendo plantas e placas, e o suor escorrendo pelo pescoço no compasso dos meus braços e pernas trêmulas.
Dormi as 5 da manhã, e não fui além das 9.
E hoje a cena já tá se repetindo.
Entrei em pânico na hora de deitar. Coração disparado, cabeça a mil, o vento lá fora batendo a janela e portas, movendo plantas e placas, e o suor escorrendo pelo pescoço no compasso dos meus braços e pernas trêmulas.
Dormi as 5 da manhã, e não fui além das 9.
E hoje a cena já tá se repetindo.
sábado, 13 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Ainda
Eu sinto a última pessoa do mundo, esquecida. Todo mundo me vê, mas ninguém enxerga minha dor. Ou talvez prefiram não enxergar, afinal, é mais fácil olhar pra dor do outro, daquela pessoa que fica gritando aos sete ventos sua dor interior, seu sofrimento. A minha dor é mais dificil de lidar. Exige auto conhecimento, equilíbrio, a dor é minha. É uma dor egoísta, solitária. Ela teima em ser solitária. Por mais que eu queira gritá-la também, não sai. Não se formula, não concretiza. Ela é chata, dificil, angustiada e vive disfarçada de preocupação. Mais que dói, dói.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Fluxo
Decepção.
Muita.
E sozinha, completamente sozinha. Com tanta gente ao meu redor, com aquele mundo de sorrisos, de abraços, de palavras. Nada basta, nada preenche o vazio, nenhuma mão me alcança. Eu nunca senti tão sozinha, em toda a minha vida.
Muita.
E sozinha, completamente sozinha. Com tanta gente ao meu redor, com aquele mundo de sorrisos, de abraços, de palavras. Nada basta, nada preenche o vazio, nenhuma mão me alcança. Eu nunca senti tão sozinha, em toda a minha vida.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O problema é seu.
No final das contas, mesmo com tanta gente falando, fazendo, preocupando - a gente está sempre sozinho. Não há amigo que preencha a falta, não há parente que se faça presente na hora H, aquela hora que você precisa saber se o que está pensando é o certo ou errado. A hora em que nada faz muito sentido, e todas as possibilidades fazem sentido demais. É a hora em que o coração deveria se calar por que a cabeça está a mil, mas a razão não manda em nada nessa hora. Ficam os dois, cabeça e coração, razão e sentimento, disputando pra ver quem grita mais alto, quem mostra o caminho. Mas nenhum dos dois ganha. Por mais que todos estejam ao seu lado, tentando te distrair, tentando colocar você pra cima. Em meio a tantos assuntos forjados, tantos sorrisos forçados, você está mais sozinho que nunca, e a dor é só sua. Por mais que todo mundo sinta, a vida de ninguém muda, só a sua.
E o problema, é todo seu.
E o problema, é todo seu.
Roteiros
A mãe queria uma vida em forma de novela mexicana.
Dramalhão.
Ela resolveu que não queria mais fazer parte daquilo tudo.
Se tinha que ter um script, pelo menos que fosse uma comédia romântica.
Dramalhão.
Ela resolveu que não queria mais fazer parte daquilo tudo.
Se tinha que ter um script, pelo menos que fosse uma comédia romântica.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Natal - RN
Ela preferiu se conter no silêncio da solidão. Na sua tristeza não cabiam aqueles tantos sorrisos.
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