quinta-feira, 31 de maio de 2012

hihihi

tenho de novo um computador pra chamar de meu.
felicidade hoje em dia é isso, rsrs

mentira, num é só isso não.

sábado, 26 de maio de 2012

coça, coça, coça.

semana louca, exaustiva e veloz.
passou voando. e eu tentando equilibrar em meio a tudo: faculdade, prova, trabalho, familia, sono, muito sono. passou. o sono nem tanto, mas o resto foi.
no último final de semana teve porre no sábado, com direito a revelações que me deixaram com a pulga atrás da orelha, black out e um domingo de ressaca física, moral e estomacal. domingo teve los hermanos, lindos no palco acima do mar de fãs, com direito a pierrot, o velho e o moço, iaiá e ana julia.

a semana foi passando. três horas de sono. prova. quatro horas de sono. prova.

quarta de certezas, muitas horas iguais a minutos, a quinta bonita e feliz. a sexta decepcionante. a pulga, continua coçando atrás da orelha.
e coça.

e vem coçando desde o primeiro dia de aula.  a expectativa, a esperança, a dúvida, incertezas várias.
e a vontade que não para e não vai embora.

e a pulga, ela coça.

terça-feira, 22 de maio de 2012

É tão cômodo ser menor


Kant falando comigo em plena madrugada de corujão-filosofia.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

breve momento de ternura

os dias invernais em bh já começaram. são os dias mais bonitos do ano: o céu do azul vivo, nenhuma nuvem, o frio cortando a pele. e a luz da cidade, que já ouvi dizer ser a mais bonita de todas, é ainda mais bonita no amanhecer e no anoitecer, amarela quase uma foto em modo sépia. linda. 


fazia um dia assim, azul frio e bonito. eu estava no ônibus, a caminho do trabalho, com o silva imergindo no ouvido e a praça da liberdade derramada na minha frente. linda. linda! o relógio marcava os dias para a copa, 772 ou 732 não sei ao certo. aquela contagem, aquela música, a curva e na cabeça tudo o que eu conquistei nos últimos tempos, e tudo o que ainda tenho pra conquistar. ali, naquele breve momento de ternura, dentro do ônibus, a emoção não mais cabia nos olhos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

das faltas que o trabalho me trouxe

começar a trabalhar implicou na minha vida em um prejuízo grande: a falta de tempo. não sobra, mesmo. falta no trabalho, falta no sono, falta na diversão, falta na faculdade. falta até pra comer e lavar o cabelo, imagina o resto! mas fora essa perda maior, ganhei muito. o meu maior aprendizado tem sido na relação com as pessoas. eu antes custava a fazer uma pergunta, morria de vergonha e postergava até não poder mais. hoje eu pergunto. falo, peço, converso com quem dá assunto. pergunto pro moço do ponto de onibus se ele quer carona no guarda chuva, naquele dia chuvoso na faculdade, quando o onibus resolveu demorar 40 minutos pra passar, e o frio tava congelando já a mão, e passava tantos do céu azul que parecia até brincadeira.

hoje eu recebi um elogio da senhora do 1157. ela é uma senhorinha simpatica, menor que a menor pessoa que eu conheço, quase dá pulinhos pra subir na cama do hospital. hoje eu também resolvi mil problemas, atendi 300 telefonemas, atendi a todos. e o mais legal é perceber que voce é uma pessoa boa de se trabalhar, que as pessoas gostam de você. isso é muito bom.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Viver é muito perigoso

To lendo Grande Sertão. finalmente. demorou quase dois anos pra eu conseguir ter coragem pra ler esse livro. sempre lia coisas lindas vindas dele, tipo essa frase aí de cima, mas faltava tempo. agora eu já me conformei que não vou ter mais tempo mesmo, então vamos ao sertão.
falando nessa frase aí de cima, é bem o que eu ando sentindo nessa minha vida nova. viver é muito perigoso. é um jogo cego de tentativas e erros. tantos erros, o tempo todo, mas ao mesmo tempo, tantas tentativas e tantos recomeços. eu to vivendo um grande começo. o trabalho vai bem, recebi meu primeiro salário que é bem menos do que eu esperava, mas parece que é assim mesmo quando a gente tá em treinamento. mas já to com a carteira assinada, exame admissional em dia. hoje perdi minha identidade e fiz um b.o., o primeiro da minha vida. espero que não venham muitos outros, mas foi tão fácil de resolver. muito mesmo. e eu crescendo, fazendo b.o., pegando assinaturas direto no c.t.i., levando guias no banco central, levando envelope pro correios, depositando meu salário na conta, saindo cedo e voltando tarde. vida de gente grande, sabe?
viver é mesmo muito perigoso. mas a gente tem que fingir que não, e que é tudo muito normal e fácil e simples. e aí, a gente vai vivendo assim nesse perigo disfarçado.