segunda-feira, 31 de março de 2014

desconhecido 2.0

eu queria entender de mente humana.
entender o que faz cada sentimento acontecer, o que muda da noite pro dia, de uma palavra pra outra, de um sim para um não.
mas isso é vida. o não saber.
e o tentar entender.

quinta-feira, 27 de março de 2014

do direito que tá todo errado

há alguns meses eu resolvi dar uma chance pro meu curso. resolvi me dar uma chance no meu curso.
e tem funcionado. não sei se já é aquele ponto da vida que a gente se vende pro sistema, mas tenho gostado de tentar gostar de algumas coisas.
acontece que ao mesmo tempo que eu tô tentando me dar uma chance no meu curso, parece que a minha Faculdade está tentando me dar uma rasteira. me mostra o tempo todo o tanto que o Direito é falho e vulnerável. e quem me ensina isso são os próprios professores, quando avacalham a vida da aluna que sofreu (sim) uma violência por conta de uma atitude imbecil de um rapaz imbecil, quando avacalham um concurso porque querem passar um candidato X, quando mudam as regras do jogo de uma seleção de monitoria pra poder resolver seus problemas. o direito é tão relativo quando a gente quer. aliás, quando quem tem poder quer.
e isso é uma merda.

quinta-feira, 20 de março de 2014

um dois três

eu te amo é uma das coisas mais difíceis de se dizer, na minha opinião.
vez ou outra ainda me sai com a voz trêmula e baixa, apesar de todas as certezas que eu desfilo no meu coração. não é um tremor de incerteza. é um tremor de incapacidade e pequenez diante do tanto que querem dizer, essas três palavras. diante do tanto que elas são pra dentro.

quarta-feira, 5 de março de 2014

todo carnaval tem seu fim

esse foi o primeiro carnaval da vida que o amor esteve presente para além da catarse tilelê-neo-hippie. primeira vez que não foi só o sentimento coletivo, os confetes, serpentinas e estrelinhas douradas, o barulho do tambor e a alegria embriagante (ou seria a embriaguez alegre?) que trouxeram o sorriso no rosto. tinha um sentimento me fazendo feliz que era só meu. que não ultrapassava o limite de duas pessoas. debaixo de um guarda-chuva em plena Afonso Pena, ou no sol escaldante da Praça da Estação.
amor, nesse carnaval, foi mais. muito mais.
e o carnaval tem fim, mas todo o resto continua.