quarta-feira, 5 de março de 2014

todo carnaval tem seu fim

esse foi o primeiro carnaval da vida que o amor esteve presente para além da catarse tilelê-neo-hippie. primeira vez que não foi só o sentimento coletivo, os confetes, serpentinas e estrelinhas douradas, o barulho do tambor e a alegria embriagante (ou seria a embriaguez alegre?) que trouxeram o sorriso no rosto. tinha um sentimento me fazendo feliz que era só meu. que não ultrapassava o limite de duas pessoas. debaixo de um guarda-chuva em plena Afonso Pena, ou no sol escaldante da Praça da Estação.
amor, nesse carnaval, foi mais. muito mais.
e o carnaval tem fim, mas todo o resto continua.

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