quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Nós que aqui estamos, por vós esperamos.

É isso aí. A morte é uma coisa tão real e surreal, mesmo que isso pareça um paradoxo. Agente sabe que vai morrer, mas agente nunca espera isso. Agente sabe também que os outros vão morrer, mas também não esperamos por isso. Numa semana meio turbulenta, eu percebi a fragilidade da vida. 24 anos podem ser suficientes, para uma vida acabar. Bonito, inteligente, saudável. Tinha a vida inteira pela frente, e estudava para ela. Queria um futuro, e o que ganhou foi apenas o presente, e nós ficamos com o passado. Eu nem conhecia ele, mas me abalou muito.
Por isso, que agente tem que aproveitar o máximo dessa vida, porquê ela sempre arruma um jeito de dar uns sustos, e é sempre imprevisível.

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