Tô indo pra onde me cabe. Pra onde me aguenta, pra onde me escapa.
Tô indo me perder no vazio onírico do presente impensado - e imperfeito, já que não é presente. Podia ser passado, mas como o momento passou ficou apenas o desejo. E já que não há mais pontos, mais tontos, mais pombos, a gente fica com o sonho - que é a dádiva dos que não falam.
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